quarta-feira, 19 de março de 2014

One Ring to rule them all

Aí a criança é fã do Senhor dos Anéis e usa um O Anel por motivos estéticos e de satisfação interna. Afinal de contas, O Anel veio a nós no dia do aniversário do Bolssseiro, preciossso. Aí perguntam para criança o que está escrito no anel e ela responde que a escrita é na língua escura de Mordor, que ela não há de pronunciar aqui, mas que na língua comum o dizer soa: Um Anel para todos governar, blá blá blá...
Toda vez. Mas TODA vez! perguntam se a criança sabe repetir o dizer d’O Anel na língua escura de Mordor. É claro que sim! Foi uma das primeiras coisas que ela apreendeu (sim, com dois és! A criança é culta!) dos livros!

Mas eu me distraio... o assunto na verdade é cerveja. E como alemães são incapazes de usar um abridor de garrafas. Nunca vi tantos objetos diferentes serem usados em substituição desse reles objeto metálico. Chaves, chaveiros, garfos, facas e colheres, a quina da mesa ou do bar, isqueiros, a capa do celular, óculos, tesouras, outras garrafas de cerveja. A lista aparenta ser infinita. Um alemão não pode se chamar alemão enquanto usuário do apetrecho: abridor de garrafas.

A criança então se prontificou a aprender essa obscura arte germânica. Ela não deixa de ser, nada além de uma variação sobre o tema grego “alavancas”. No maior estilo “dê-me uma alavanca longa o suficiente e moverei o mundo” a criança aplicou o seu anel ao canto da tampinha e, (na primeira tentativa, diga-se de passagem)  entrou para o clube dos alemães. Ela abriu uma cerveja sem usar um abridor enquanto assistia o Bayern München jogar (e ganhar...) na casa de uma amiga.



Só para deixar bem claro que joias tem uma outra razão de ser aqui na antiga Prússia...


Até mais!

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